Top 5: Dia das Mães


Em comemoração ao Dia das Mães, um Top 5 com algumas das mamães inesquecíveis do cinema nos últimos anos. Personagens marcantes, que de uma forma ou outra exerceram o instinto materno nas tramas de bons filmes, independentemente do gênero da obra. Têm filmes pra todos os gostos: comédia, suspense, drama, cult, e por aí vai.


Sybil Stone | Tudo em Família (2005)

A personagem de Diane Keaton em Tudo em Família (The Family Stone) não é tão conhecida do grande público, assim como o filme. Mas para os que já assistiram a obra, e gostaram, certamente têm Sybil Stone como um exemplo de uma grande matriarca, em suas qualidades e defeitos. Keaton, ao meu ver, ganha a trama pra si, evoluindo minuto a minuto em tela, com um roteiro que a privilegia como a grande atriz que é. Já falei sobre Tudo em Família no Top 5 Filme de Natal, e volto a recomendar que assistam ao filme. A mim sempre traz coisas boas.


A Noiva | Kill Bill Volume 1 e 2 (2003, 2004)

Uma mãe diferente, certamente, mas não menos apaixonada por sua filha. Beatrix Kiddo (Uma Thurman), a Noiva (ou ainda Black Mamba), sofreu um atentado contra sua vida enquanto ainda estava grávida e no altar. Ela sobreviveu, e carregou consigo o espírito da vingança, e foi atrás daqueles que a queriam morta, numa trama que somente Quentin Tarantino poderia contar tão bem. SPOILERS! A descoberta (do espectador) de que sua filhinha está viva ao término do primeiro filme e todo o ato final do segundo longa, credenciam a Noiva, e Kill Bill, a estarem nesse Top 5.


Juno MacGuff | Juno (2007)

Juno é um filme como poucos. Feito para uma pequena parcela de público mas que atinge a todo o mercado cinematográfico. A história da adolescente que engravida, ainda no colégio, e tem que lidar com a iminência de ser mãe, ao passo que também dá os primeiros passos na vida adulta, é semelhante a vida de muitos que conhecemos (sem julgamentos), e por isso parece uma história tão próxima de nós. A jovem (interpretada por Ellen Page) escolhe entregar o bebê para adoção e, durante a trama, acompanhamos todo o processo de escolha dos pais perfeitos. Mas o quanto alguém pode ser perfeito a seu filho, mais que sua própria mãe? Preciso assistir Juno novamente, há obras que merecem ser revistas.


Christine Collins | A Troca (2008)

Em minha opinião, A Troca (Changeling) é um filme subestimado, pouco se fala sobre o mesmo, o que é um erro. Dirigido por Clint Eastwood, a obra narra a história real de Christine Collins (Angelina Jolie), uma mãe solteira na década de 20 e que, após voltar do trabalho, descobre que seu filho de 9 anos desapareceu. Então a mesma mergulha em uma busca incansável para encontrar sua criança, tendo que enfrentar a corrupção da polícia, a pressão pública e da imprensa, fora uma teoria da conspiração imposta a mesma, e que dá sentido ao título do filme. Tudo isso, sem nunca desistir de encontrar seu filho.


Leigh Anne Touhy | Um Sonho Possível (2009)

Talvez Um Sonho Possível (The Blind Side) não seja considerado um grande filme (e acredito que não seja realmente), mas sua personagem principal (que deu o Oscar de Melhor Atriz para Sandra Bullock) certamente o é. A obra conta a também história real de Leigh Anne Touhy, esposa e mãe de dois filhos, que por acidente acaba conhecendo Michael Oher, um jovem sem-teto e que passava frio na rua. Ela então o convida, sem hesitar, a passar uma noite com sua família, descobre que o jovem estuda no mesmo colégio que seus filhos e passa a conhecê-lo melhor. Durante a trama, vemos a matriarca cuidar do adolescente como se fosse seu filho, lutando pelos seus interesses, objetivos e contra o preconceito, e fazendo-o evoluir como ser humano, até que resolve adotá-lo. A cena ilustrada na imagem acima talvez seja a que mais me marcou no filme, quando Leigh, ao ver Michael sofrer no treinamento de Futebol Americano, invade o campo e faz o mesmo levantar a cabeça. Pra ser mãe, não é preciso que o mesmo sangue corra das veias.


Um FELIZ DIA DAS MÃES a todas as mamães cinéfilas que acompanham o CINÉFILO SANTISTA! :)


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